O caso do Pedagogo que foi se aventurar na área de segurança cibernética

Como um cara da educação caiu nessa de cybersecurity?

Como um cara da educação caiu nessa de cybersecurity?
O título até parece causo que se conta em um lugar despojado (deixarei você, nobre leitor escolher o seu), mas foi isso que aconteceu com este que vos escreve.
Desde de 2021 eu comecei a atuar na área de tecnologia realizando a gestão de projetos, lidando com desenvolvedores e clientes. Ainda é desafiador, por mais que eu já consiga identificar o que seria uma task de frontend e backend e podendo rasgar uns termos em inglês para dar uma abrilhantada. Porém, em 2025, recebi o convite para contribuir com a ideia de um amigo meu de infância que queria montar uma empresa para formar pessoas em cyber security (olha o inglês aí de novo).
Topei e fomos trocando ideias sobre mercado, ameaças e mais coisas e percebi que é exatamente um mundo totalmente à parte do que eu vivia. Inclusive, uma das coisas que aprendi é que se trata de uma área que os desenvolvedores (aqueles que eu tive que me adaptar) não tem familiaridade nenhuma com isso. Eu pensava que iria entender de boa e me vejo tendo que pesquisar no Google a maioria dos termos para não ficar interrompendo a aula a cada segundo. Inclusive, eu tive que fazer o curso inicial que ele elaborou para ver se eu entendia algo, mas ainda tô um nível abaixo e preciso ainda entender o que é hash, malware, phishing (esse eu até sabia) e tantos outros termos.
Admito, tem sido desafiador. Junto um termo ou outro para conversar com quem não tem familiaridade para poder convencer a entender que essa área é importante. Quando abri o mapa real de ataques do Kaspersky me senti o próprio Tony Stark.
E foi desse jeito, em uma conversa com um cara que conheço há 30 anos, que venho me aventurando em ajudar no ramo de cyber security. Ainda sei nada, mas uma coisa por vez. Quem sabe um dia, continuarei sem saber nada, mas como mais termos para convencer?